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A Hisense começou oficialmente a divulgar seu novo celular com tela de tinta eletrônica, o Hisense A10, na China. Ele vem com uma tela de 6,13 polegadas na parte frontal, projetada para imitar a aparência do papel. Como de costume, seus melhores usos são a leitura de e-books, a realização de anotações e o estudo para provas, mantendo o consumo de energia baixo e reduzindo o cansaço visual durante longas sessões.
O recurso mais impressionante, no entanto, está na parte traseira. O A10 utiliza um painel LCD colorido destacável magneticamente, que pode ser encaixado quando os usuários desejam visualizar imagens, quadrinhos ou gráficos coloridos, ou usar o telefone para aplicativos de entretenimento e redes sociais.
Essa abordagem é semelhante à que a BigMe tentou com seu HiBreak Dual, que também combina um painel frontal de tinta eletrônica com uma tela colorida secundária. No entanto, a versão da Hisense permite que os usuários removam o painel colorido completamente, em vez de mantê-lo fixo na parte traseira.
Ao oferecer uma tela de tinta eletrônica fixa e uma tela colorida removível, o A10 permite que as pessoas alternem entre as duas dependendo do que estiverem fazendo, em vez de ficarem presas a um único tipo de tela o tempo todo.
Em termos de hardware, o A10 utiliza um chipset Qualcomm octa-core de 4 nm, vem com Android 16 e suporta 5G e Wi-Fi 6.
O preço ainda não é oficial; no entanto, espera-se que a Hisense lance o dispositivo por 3.999 yuans (aproximadamente US$ 590).
A Hisense vem desenvolvendo essa linha de produtos há algum tempo. Seu primeiro modelo, o A9, lançado em 2022, vinha com uma tela e-ink de 6,1 polegadas e 300 PPI, além de um chip Snapdragon 662, e tinha o preço de 1.799 yuans. Esse telefone foi relançado posteriormente em 2025 com mais RAM e armazenamento.