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Death Stranding 2: On the Beach é a “obra-prima” de Hideo Kojima por ser seu jogo mais recente.

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Por  Joelle Daniels | 02 de Janeiro de 2026 Fonte: Gamingbolt

 

Em um novo vídeo divulgado pela Wired, Hideo Kojima, criador da série Metal Gear, se referiu a Death Stranding 2: On the Beach como sua “obra-prima”. No vídeo, onde responde a perguntas de fãs, Kojima esclareceu que sempre considera seu projeto mais recente como o melhor até então.

Ao ser questionado sobre “qual considera sua obra-prima”, Kojima respondeu que recebe essa pergunta com frequência e que “meu trabalho mais recente é minha obra-prima. Portanto, seria Death Stranding 2”.

Ao longo do vídeo, ele também entrou em mais detalhes sobre vários aspectos do desenvolvimento de jogos, incluindo como ele vê a interatividade oferecida pelos videogames como seu aspecto mais importante e interessante. Por exemplo, quando perguntado sobre o que torna um jogo “bom” para ele, ele responde observando que, além do amor do criador, um jogo geralmente é bom com base em quão bem ele utiliza sua interatividade.

“Primeiro, o amor do criador”, disse Kojima. “Isso é fundamental. Além disso, como é interativo, digamos que haja um item com um uso pretendido. Mas não termina aí. O jogador pensa: ‘Talvez eu possa usá-lo desta forma também?’ e experimenta. Funciona, e ele pensa: ‘Que legal!’ Então ele tenta de outra forma e percebe que também tem essa função. Trata-se desse nível de liberdade. O jogador descobre as coisas por si mesmo e encontra essas mecânicas.”

Essa resposta, por sua vez, pode ser resumida da seguinte forma: “Você precisa sentir o amor do criador. Um ótimo jogo oferece um alto nível de liberdade, permitindo que os jogadores descubram suas próprias maneiras únicas de utilizar os itens.”

Outra pergunta feita por um desenvolvedor de jogos amador gira em torno de como o desenvolvedor pode criar um jogo que “nunca enjoa, um jogo que você queira jogar novamente depois de terminá-lo”, ao que Kojima responde observando que os aspectos importantes de um jogo não são apenas suas histórias, mas também seus mundos, controles e imersão.

“Você quer estar lá”, explicou ele. “Trata-se de fazer você querer ficar e jogar. Digamos que você pare de jogar à noite. Você vai para a escola ou para o trabalho. A chave é querer voltar para aquele mundo. Fazer o jogador querer mergulhar de volta é crucial para os jogos. Existe um mundo único dentro daquele espaço, onde você pode ser diferente de si mesmo. Isso permite que você faça coisas que não pode fazer na vida real. Isso é vital.”

Na mesma sessão de perguntas e respostas em vídeo, Kojima também falou sobre os tipos de projetos em que gostaria de trabalhar no futuro. Quando questionado sobre novos gêneros que gostaria de explorar, Kojima respondeu: “Quero ser pioneiro em um novo gênero, então não me concentro muito nos já existentes”. Este projeto, segundo Kojima, seria baseado em “talvez ficção científica hard”, porque “adoro cenários espaciais, então gostaria de experimentar isso. Também sou fã de faroestes, então talvez isso. Ou um filme de época, mas esses já existem”.

Após o lançamento de Death Stranding 2: On the Beach no início deste ano, o estúdio de Kojima — Kojima Productions — está atualmente trabalhando em dois projetos: o jogo de terror OD e o jogo de espionagem Physint. Enquanto isso, confira nossa análise de Death Stranding 2: On the Beach, que está disponível exclusivamente para PS5.

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