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Com a iminência de demissões na Xbox, e com estúdios como Compulsion Games, Double Fine Productions e Ninja Theory supostamente na lista de possíveis cortes, um novo estúdio parece ter entrado em discussão: a Undead Labs, criadora de State of Decay.
Dean Takahashi, do GamesBeat, mencionou o assunto ao discutir os estúdios citados e como a empresa poderia ser salva caso um comprador surgisse. Caso contrário, 110 funcionários podem ser demitidos. O relatório é ainda mais alarmante porque, assim como aconteceu com Senua, da Ninja Theory, a liderança do Xbox tem promovido State of Decay 3 como um grande lançamento futuro. O jogo inclusive possui testes alfa fechados em andamento.
Levando em conta tudo isso, o número total de demissões pode chegar a cerca de 435. Takahashi também mencionou “demissões percentuais” na Blizzard Entertainment e na Bethesda, corroborando relatos anteriores de que esta última está em dificuldades. Outros relatos indicaram que funcionários que não trabalham em The Elder Scrolls ou Fallout seriam supostamente dispensados.
Naturalmente, o Sindicato dos Trabalhadores da Comunicação da América (CWA), que representa mais de 3.500 funcionários da Microsoft desde 2002, também se manifestou contra a situação. “Diversas reportagens na imprensa indicam que, nos próximos dias, a Microsoft poderá iniciar demissões em sua divisão Xbox, justamente entre as pessoas que desenvolvem seus jogos mais vendidos. Estamos aqui para afirmar claramente: esses trabalhadores não serão tratados como descartáveis”, declarou Frank Arce, vice-presidente do Distrito 9 do CWA.
Mas, com a CEO da Xbox, Asha Sharma, comprometida com essa grande reformulação da marca, isso pode não importar no final das contas. Considerando as recentes demissões em massa na Bungie e a greve em andamento na Quantic Dream, a indústria de jogos está prestes a enfrentar tempos difíceis.