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A Xiaomi afirma que os smartphones topo de linha chineses podem ultrapassar os US$ 1.400 até o final de 2026.

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Por Debasish | 17 de Maio de 2026 Fonte: Gizmochina

 

O presidente da Xiaomi, Lu Weibing, insinuou que os preços dos smartphones topo de linha podem atingir patamares preocupantes nos próximos anos. Durante uma transmissão ao vivo recente, Lu sugeriu que alguns celulares tradicionais de alta gama, conhecidos como “candybar”, na China, podem eventualmente ultrapassar a marca de 10.000 yuans, especialmente no final de 2026.

Para se ter uma ideia, o Xiaomi 17 Ultra tinha um preço inicial de 6.999 yuans (cerca de US$ 980) na China, na versão de 12 GB + 512 GB, quando foi lançado em dezembro passado.

Segundo Lu, um dos principais motivos é o preço da memória. Os custos da DRAM e da memória flash NAND têm aumentado drasticamente, e a Xiaomi afirma que esses aumentos estão se tornando cada vez mais difíceis de serem absorvidos pelos fabricantes de smartphones. Lu mencionou que os preços dos próximos dispositivos, incluindo celulares como o Xiaomi 17 Max, ainda estão sendo discutidos internamente, pois os custos dos componentes permanecem voláteis.

Ele também destacou que o fornecimento não é algo que os fabricantes possam resolver rapidamente. A construção de uma nova fábrica de memória pode levar vários anos, desde o início até a produção em massa, enquanto a demanda continua a crescer rapidamente, especialmente devido aos servidores de IA e ao hardware de computação de alto desempenho. Lu acredita que a pressão sobre os preços da memória pode continuar até 2027 e possivelmente até 2028.

Esse contexto torna o lançamento do Xiaomi 17 Max particularmente interessante. O aparelho já foi apresentado na China antes do lançamento previsto para maio e espera-se que ocupe uma posição entre os modelos topo de linha da Xiaomi. Vazamentos e teasers apontam para uma tela grande de 6,9 ​​polegadas, processador Snapdragon 8 Elite Gen 5, câmera principal de 200 MP com ajuste Leica e uma bateria de 8.000 mAh.

A Xiaomi não é a única marca a lidar com o aumento dos custos. Empresas como Oppo, Vivo e Honor também enfrentam pressão semelhante, já que o preço dos componentes continua a subir em todo o setor.

Ainda assim, Lu tentou tranquilizar os usuários, afirmando que a Xiaomi pretende continuar focando no custo-benefício sempre que possível, mesmo que os preços subam no geral. Se os consumidores estão dispostos a aceitar que celulares topo de linha ultrapassem a barreira dos 10.000 yuans é uma questão completamente diferente.

Caso isso aconteça, poderá representar uma mudança bastante significativa para o mercado chinês de smartphones, onde os preços agressivos têm sido, há muito tempo, um dos seus maiores atrativos.

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