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Basta um olhar para The Blood of Dawnwalker, da Rebel Wolves, e seu trabalho anterior em The Witcher 3: Wild Hunt para perceber a influência da série, especialmente na mais recente análise de jogabilidade. O combate se destaca, embora haja um posicionamento ao estilo de Kingdom Come: Deliverance para bloquear ataques. No entanto, o jogo também se inspira em um RPG completamente diferente para uma mecânica única: “Falar com os Mortos”, de Baldur’s Gate 3.
Após encontrar um Murohn na ala abandonada de um asilo e derrotá-lo, Coen pode usar uma magia Hex conhecida como Compel Soul (Compelir Alma). Ela só está disponível na forma humana, juntamente com outras magias, e serve para ressuscitar cadáveres com mariposas flutuando ao redor deles para obter informações. Neste caso, você descobre que o zelador local que Coen precisava encontrar havia sacrificado alguém para seu próprio benefício.
A abordagem é mais direta do que a de Falar com os Mortos, com Coen simplesmente compelindo a alma a revelar mais informações. Ainda assim, não ter que fazer apenas cinco perguntas é um alívio. Vale ressaltar que, se o jogador tentar investigar o asilo à noite em vez de durante o dia, Compelir Alma não estará disponível. O que não parece tão ruim, mas considerando o quão precioso o tempo pode ser, é bom ter isso em mente.
The Blood of Dawnwalker será lançado em 2026 para Xbox Series X/S, PS5 e PC.